Restaurando Terras Degradadas do Cerrado com Reflorestamento Inteligente

Este projeto de reflorestamento é uma colaboração entre MORFO e Suzano, com foco na restauração de 19 hectares de Áreas de Preservação Permanente (APPs) em Brasilândia, Mato Grosso do Sul.

Como parte do “Compromisso de Renovar a Vida” mais amplo da Suzano, essa iniciativa se alinha à meta da empresa de conectar 500.000 hectares do Cerrado, da Mata Atlântica e da Amazônia por meio de corredores ecológicos até 2030.

Usando técnicas inovadoras de restauração, o projeto combina dispersão de sementes baseada em drones, análise precisa do solo e cápsulas de sementes biodegradáveis para acelerar a recuperação florestal, melhorar a biodiversidade e aumentar a retenção de solo e água em áreas degradadas.

DESAFIOS

Degradação do solo: A região tem solo altamente arenoso (88% + areia), com baixa capacidade de retenção de matéria orgânica e água, exigindo estratégias de restauração personalizadas.

Espécies invasoras: Braquiária, uma gramínea invasora agressiva, domina a área e ameaça a germinação das sementes, exigindo medidas intensivas de preparo e controle do solo.

Perda de biodiversidade: As áreas afetadas têm vegetação nativa fragmentada, tornando a seleção de espécies essencial para a resiliência do ecossistema a longo prazo.

Condições climáticas: A região enfrenta longos períodos de seca, o que exige o uso de espécies nativas resistentes à seca e técnicas de plantio estratégicas.

IMPLANTAÇÕES

19 hectares destinados à restauração, utilizando uma combinação de plantio em área total e técnicas de enriquecimento.

42 espécies nativas de árvores selecionadas para aumentar a biodiversidade, melhorar a estrutura do solo e criar um ecossistema florestal resiliente.

45.000 cápsulas de sementes distribuídas para proteger as sementes do estresse ambiental e melhorar as taxas de germinação.

Densidade-alvo de 1.000 a 1.500 árvores por hectare, garantindo um processo de recuperação equilibrado e sustentável.

MONITORAMENTO DE PROJETOS

Monitoramento aéreo e terrestre: Imagens regulares de drones e avaliações de campo para rastrear a regeneração florestal e a qualidade do solo.

Análise multiespectral: NDVI e outros índices de vegetação baseados em satélite usados para avaliar o crescimento e a cobertura das plantas.

Acompanhamento da saúde do solo: Análises químicas e biológicas contínuas para avaliar a disponibilidade de nutrientes e identificar intervenções necessárias.

Manejo de espécies invasoras: Monitoramento e controle contínuos de Braquiária para evitar a competição com espécies nativas.

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