
Restauração Florestal Urbana e Resiliência Climática por Meio da IA
Para enfrentar o aumento das temperaturas, o Rio de Janeiro implementou um plano inovador de restauração iniciado em janeiro de 2024. A cidade, conhecida por sua cultura e belezas naturais, enfrenta desafios como ondas de calor, enchentes e deslizamentos de terra — o que torna as soluções sustentáveis mais urgentes do que nunca.
Em parceria com a MORFO, a cidade está desenvolvendo um projeto de reflorestamento como parte do programa ReflorestaRio — uma iniciativa que busca mitigar os efeitos das mudanças climáticas ao acelerar a recuperação florestal em áreas de difícil acesso, com o uso de inteligência artificial e tecnologia de drones.
O projeto foi oficialmente lançado em 5 de julho de 2024, com a primeira dispersão de sementes nativas da MORFO na Serra de Inhoaíba, com a presença do prefeito Eduardo Paes, da secretária de Meio Ambiente e Clima Eliana Cacique e do subsecretário de Biodiversidade Hélio Wanderley.
Desde então, o projeto vem expandindo suas operações para outras áreas estratégicas da cidade.
DESAFIOS
Terreno desafiador: As encostas íngremes tornam os métodos tradicionais de plantio inviáveis, exigindo o uso de drones para uma dispersão de sementes segura e eficiente.
Clima extremo: Altas temperaturas e eventos climáticos severos representam obstáculos ao crescimento e à sobrevivência da nova vegetação.
Biodiversidade e saúde do solo: O projeto inclui análises detalhadas do solo e uma seleção criteriosa de espécies nativas para garantir uma restauração eficaz e o equilíbrio ecológico.
IMPLANTAÇÕES
O objetivo do projeto é reflorestar 30 hectares e enriquecer outros 30 hectares com espécies nativas da Mata Atlântica até 2027.
Monitoramento contínuo: A MORFO será responsável por acompanhar a regeneração de 100 hectares de áreas restauradas na Serra de Inhoaíba e em outras regiões do projeto.

MONITORAMENTO DE PROJETOS
Os esforços de reflorestamento abrangem quatro áreas-chave: Serra de Inhoaíba, Serra da Posse, Serra do Quitungo e Serra do Cantagalo. Em cada etapa, são analisadas as condições do solo, a biodiversidade e o crescimento da vegetação.
Drones multiespectrais oferecem avaliações aéreas detalhadas, enquanto parcelas permanentes de monitoramento permitem o acompanhamento de longo prazo dos ecossistemas.

MORFO apresenta sua tecnologia de restauração florestal no Rio de Janeiro
Começa a dispersão de sementes de drones na Serra de Inhoaíba


Começa a fase de diagnóstico, incluindo a análise do solo e da biodiversidade
Primeiro monitoramento das áreas restauradas e acompanhamento contínuo do ecossistema


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